quinta-feira, julho 28, 2005

Dolce fare nienti


HPIM0243
Originally uploaded by monicaA.
... is what i hope i'll be doing in the next 3 weeks. Having time to relax with the family sounds like a real luxury, this days ;)

terça-feira, julho 19, 2005

Madge words couln't be more appropriate...


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Originally uploaded by Madge Webb.

The ever growing scoop of research

While reading Mike Thelwall couldn't stop thinking about the practice of research and what as meant to this practice our ability to cross cientific borders and geographical space to reach other's work through the use of technological interfaces and the ability to understand and grasp all we can.

Mike Thelwall (2004). Digital Libraries and Multi-Disciplinary Research Skills. LIBRES, vol. 14 (2).

"Digital libraries and the Web have brought enormously powerful search mechanisms to the desktops of many researchers. With the use of insights from cultural studies and the history and philosophy of science, it is argued that one likely outcome is a change in the acceptable standards for literature reviews, leading to changes in article contents to reflect a broader academic basis. As a result, researchers should be trained to read and evaluate material from a much wider range of subjects than previously necessary. The broadening base may impact science and non-science subjects differently."



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quinta-feira, julho 14, 2005

Information needs preceds information systems

The focus of my research as been information needs. But more then the information needs of organizations as an abstract entity to which the individuals belong, i've felt for a long time that the center for the study of information needs should be the individual a concrete entity with organizational information needs, personal information needs and context information needs.

"The process model depicts information management as a continuous cycle of six closely related activities: identification of information needs; information acquisition; information organization and storage; development of information products and services; information distribution; and information use.(...) In the identification of information needs, organization members recognize the volatility of the environment, and seek information about its salient features in order to be able to make sense of the situation, and to have the necessary information to take decisions and solve problems. Information needs are defined by subject-matter requirements as well as situation-determined contingencies - some classes of problems are best handled with the help of certain types of information. Information acquisition is driven by information needs, and must adequately address these needs." [Choo, 1998, Information Management for the Intelligent Organization: The Art of Scanning the Environment, Chapter 2.]

Flickr

This is a test post from flickr, a fancy photo sharing thing.

segunda-feira, julho 11, 2005

On choices... And language

I've taken a great deal of consideration over this blocks language. If I keep my writings mainly in Portuguese I'll not be able to engage in a wider conversation, I'll be restricting thought provoking arguments, and making my notes and comments invisible to a wider research community.

Since I've found out during this two experimental years of blogging that the main benefits of maintaining a blog consists on engaging with others, specially for what concerns research, I'll let alone my poor capabilities of written English and move on to use what is for some time now the language of research.

It seems a good starting point to do it since I already started working on the PhD project. For sure it will help to contribute for my English skills, and since I need to get over my fears of publishing papers in international journals, I'm sure this will reveal worth it.

The starting of my project will build on the findings of my previous work (master thesis) in what concerns informational transitions.

Informational transitions happen every time an individual crosses environments were he looses the ability to interpret the context around him/her. In my previous work I've chosen to research a special group of people were those transitions took a deep effect on their skills of interpreting what's around them: expatriates. This highly skilled workers that have been chosen for their proven skills at their native countries, became temporarily information blind. This occurs because of lack of language skills in their new environment (hosting country) and lots of other things. Like different culture cues, ineffective network of contacts that do not function on the new environment... and in short, lake of access to the information they had at their home organization and to which they became used to having.

[tese] Bibliotecas Militares Portuguesas - da coexistência à cooperação

Desde que senti que os trabalhos de investigação realizados em Portugal tinham muito pouca visibilidade, nomeadamente na área dos estudos de informação, tenho vindo a colocar aqui trabalhos que já foram defendidos com sucesso e cujos autores (desses mesmos trabalhos) têm prontamente acordado em ceder os respectivos resumos e palavras-chave.

Será pouco para dizer do investimento que estes resumos revelam sobre o empenho, tempo e dedicação que todos eles depositaram nos seus trabalhos (tanta vezes num esforço acumulado ao trabalho diário, no tempo retirado aos amigos, na tentativa de conciliar as tarefas e o carinho familiar...) mas é, talvez, das poucas formas de que disponho de criar mais um «nó» nesta rede que nos vai ligando a todos, cada vez mais.

Pela Ilda tenho um carinho especial, pois apesar de não termos sido colegas, fui seguindo o seu trajecto, contado pela sua orientadora e pelas imagens que guardo dela quando nos cruzavamos no corredor... mãe, trabalhadora a tempo inteiro e cheia de vontade de contribuir também para nos ajudar a saber mais sobre uma das áreas onde há tanto por fazer. Dos olhos cansados guardo o brilho da descoberta e um elo que espero não perder.

PINTO, Ilda (2005). As Bibliotecas Militares Portuguesas: da Coexistência à Cooperação. Defendida na Universidade de Évora a 6 de Julho de 2005.

RESUMO:

O cumprimento da missão das Forças Armadas exige a sua actuação articulada o que pressupõe a existência de cooperação ao nível das várias unidades que constituem cada ramo, nas quais se incluem as bibliotecas militares.

Investigar em que medida e de que forma a cooperação se desenvolve entre as bibliotecas do sistema de forças nacional, identificando os factores que a facilitam ou a dificultam e apresentar um modelo de cooperação para o Sistema de Bibliotecas Militares Portuguesas constitui o principal objectivo desta dissertação.

Perante o problema a investigar verificou-se que o estudo de caso seria a estratégia mais adequada. Os métodos de pesquisa utilizados foram a análise documental, o inquérito por questionário, o inquérito por entrevista e a observação.

A organização militar, enquanto sistema, tem características sui generis que influenciam o funcionamento das bibliotecas inseridas em cada um dos subsistemas representados por cada um dos ramos das Forças Armadas, bem como os comportamentos e atitudes dos responsáveis e funcionários das bibliotecas.

A análise detalhada do Sistema de Bibliotecas Militares Portuguesas revelou um sistema disfuncional, em que a relação entre as várias bibliotecas, dentro de cada ramo, e entre os diversos ramos se reduz à mera coexistência. Assim, apresenta-se um modelo de cooperação para as bibliotecas militares, que se entende deverem ser consideradas como parte integrante do subsistema de informação da organização militar.

Palavras-chave: Bibliotecas Militares; Cooperação; Estudo de caso

sexta-feira, julho 08, 2005

Desenvolvimento de competências numa organização de I&D

Estabelece-se a distinção entre qualificações e competências, analisando-se em seguida o processo de formação de investigadores numa organização de I&D (Investigação & Desenvolvimento), envolvendo estratégias de qualificação e de desenvolvimento de competências. Refere-se o papel desempenhado neste processo pelo Conselho Científico da organização de I&D, pelos orientadores, e pelas equipas de projecto em que se inserem os investigadores em formação. Sublinha-se a importância, para os investigadores, de factores como a mobilidade e a divulgação dos resultados da investigação, e assinalam-se as diferenças entre processos consoante o contexto organizacional em que ocorrem.

[report] Tecnologias de Cooperação

Para uma ideia mais alargada sobre as diferentes tecnologias que permitem cooperação/colaboração, George Siemens dava conta dos 8 clusters mencionados no relatório produzido por Andrea Saveri, Howard Rheingold e Kathi Vian (2005) Technologies of Cooperation.pdf:
  • self organizing mesh networks
  • community computing grids
  • peer production networks
  • social mobile computing
  • group-forming networks
  • social software
  • social accounting tools
  • knowledge collectives


Partindo de um trabalho anterior (Toward a New Literacy of Cooperation in Business.pdf, 2004) onde haviam sido identificadas 7 dimensões de estratégias cooperativas (structure, rules, resources, thresholds, feedback, memory e identity), apresentam agora essa sistematização num mapa estratégico the tecnologias cooperativas (p. 7) onde se torna fácil visualizar e encontrar exemplos de diversas ferramentas existentes.


Tech_of_cooperation_map
Tech_of_cooperation_map,
originally uploaded by sebpaquet.

quinta-feira, julho 07, 2005

Blogs também são esculturas do tempo

HPIM0304

Acabei por optar por manter o blog da tese para esta nova aventura. O tempo (que não tenho) disponível foi um dos factores apesar de não ter sido o mais importante, dada a facilidade existente para criar um novo espaço.

Só que hoje, este blog já não é «um blog» é «o blog da tese», é o caminho percorrido até agora, o tal passado que me ajuda a recordar os caminhos e as opções feitas ao longo do tempo, as formas que lhe fui dando, as pessoas que por aqui foram passando e que, em diversas situações, me ofereceram as suas histórias, sugestões, pistas... e até a sua amizade.

Hoje sinto que este espaço ganhou corpo e forma... foi esculpido ao longo do tempo com pedaços soltos mas que fazem parte de um todo. Parte de um património que irei mobilizar para a nova tese:


quarta-feira, julho 06, 2005

[relato] 1o. Workshop sobre Estudos de Informação e Bibliotecas Digitais

Rescaldo do 1o. Workshop sobre Estudos de Informação e Bibliotecas Digitais, que se realizou ontem na BN.

Quando recebi o convite, juntamente com mais 8 colegas que também já finalizaram o mestrado em EIBD (Estudos de Informação e Bibliotecas Digitais), não esperavam encontrar mais do que 20 pessoas. Afinal era um Workshop.

Estava (redondamente) enganada, avaliando pela lotação do auditório da BN. Segundo a lista que se encontrava disponível estavam inscritas 231 pessoas, de norte a sul de Portugal!

Tinha pensado que a minha apresentação (ou modo slideshow, flickr) iria ser uma «conversa» entre colegas sobre estratégias de investigação e uma forma de estabelecer pontes com os trabalhos de colegas que ainda não conhecia. Possibilidade também de identificar outras pessoas que estivessem a preparar o passo seguinte e, qui ça, aumentar o grupo de apoio TET.

No painel da manhã foram apresentados 4 trabalhos de investigação: a Lurdes Saramago, que falou sobre a preservação de recursos digitais, o Pedro Pereira abordou os aspectos de segurança da informação em bibliotecas e arquivos digitais com uma análise ao caso português, o Leonel Alegria incidiu na gestão do conhecimento com um estudo de caso no departamento de pesquisas e intervenção da administração central e o Paulo Leitão abordou a organização da informação em subject gateways.

A pausa para almoço foi um dos pontos altos e o que torna estes eventos, na minha opinião, enriquecedores. Éramos 12 à volta de uma mesa com conversas informais que se cruzavam. Mistura-se o passado em comum com o prazer da descoberta de novas histórias que cada um viveu, desde a última vez que estivémos juntos. Estabelecem-se pontes com novas pessoas e encontramos respostas a questões que (ainda) não tínhamos colocado... tudo debaixo debaixo do grande chapéu que nos une: os estudos de informação.

No painel da tarde, a Emília Pacheco apresentou a sua investigação sobre bibliotecas híbridas, mais concretamente o acesso ao conteúdo das publicações periódicas científicas portuguesas nas bibliotecas universitárias, a Sandra Pinto apresentou os resultados sobre o papel do bibliotecário na gestão e desenvolvimento de colecções digitais: novos procedimentos, novas competências no ambiente digital, a Helena Patrício que apresentou a análise comparativa da aplicação do modelo relacional e do formalismo RDF à modelação de dados legislativos e, a última sessão, com uma síntese do meu trabalho sobre o papel da informação no ciclo de expatriamento: da mobilidade de quadros à mobilidade da informação.

Depois de cada sessão foi perguntado o que é que a realização do mestrado tinha significado para nós, se tinha mudado alguma coisa. Em todas as respostas houve algo de único, de singular, um cunho próprio, mas em todas as respostas que foram dadas foi unânime: o que mudou foi a forma de olhar para as coisas!

[Nota: procurar mais entradas (indexadas pelo Technorati) com a palavra ]

[falta incluir o debate que se seguiu + fotos]