sexta-feira, fevereiro 27, 2004

Café?

Depois do «primeiro draft» vem a agonia do que não se falou. Aquilo que para nós já é tão claro que já não achamos relevante falar. Aliás, por esta altura parece-me que nada é relevante, que não tenho nada para dizer, que tudo já foi dito de forma muito mais clara, por cada um dos especialistas nas várias áreas que intersectam o meu trabalho. Estou na fase dos «segundos drafts» que me parecem os primeiros. Não fosse o olhar crítico e o obrigar a explicitar o que se aprendeu do orientador e acho que já tinha arrumado o assunto e iniciado outros projectos. É curioso todo este processo. Não se trata de escrever sobre um assunto, ou por outra, essa é apenas a mais pequena parte que compõe todo o processo. A questão essencial é o próprio processo, o método, a sequência, a aprendizagem que está por trás de cada pequenino passo que se dá até à conclusão. Claro que a parte visivel é o documento que se entrega, mas este reflecte apenas uma parte de toda a aprendizagem. Depois... depois, é o «tempo» que nos testa a resistência. O tempo durante a qual mais artigos foram publicados, o tempo que se calhar não dedicámos à procura de mais material que deve existir, o tempo de um acesso a uma revista cuja assinatura não temos... o tempo para mantermos os nossos contactos em dia, o tempo de trocarmos ideias em voz alta deixando fluir a conversa, o tempo que não chega para uma conversa em família...

Tenho saudades de ter tempo, de parar e deixar que uma chávena de café seja só o aroma, o prazer de uma bebida quente e incorpada que se partilha numa conversa sem destino.

quarta-feira, fevereiro 18, 2004

CIPD - Managing international assignments

CIPD - Managing international assignments: "Briefing and training
The employee and the family must be prepared as thoroughly as possible for the move, both psychologically and in terms of practical information, and must be supported throughout
. "

quarta-feira, fevereiro 11, 2004

Agregação das entradas relacionadas com EPIeB: parte respeitante à economia portuguesa e internacionalização a par do desenvolvimento da banca portuguesa
O impacto do Euro na Economia Portuguesa (1999?) : "Finalmente convém recordar que, como atrás se referiu, a introdução do euro funcionará como catalizador do processo de integração e liberaliza-ção financeiras em curso, com efeitos globais no sentido do aumento da concorrência. " p.431 e "A necessidade de perspectivar os efeitos da introdução do euro num cenário muito mais vasto de mudança, é particularmente importante no caso do sistema financeiro português, uma vez que este tem sido objecto de um rápido e decisivo processo de liberalização e internacionalização com reflexos a vários níveis." p.437 Documento do Ministério das finanças (http://www.min-financas.pt/v30/gabinete/impacto/Cap9.doc)

Cadernos de Economia e O Economista

Cadernos de Economia - António Simões Lopes, Professor catedrático, Bastonário da Ordem dos Economistas, Director de Cadernos de Economia e de O Economista.

Salgueiro, J. (2002). Perspectivas da Banca Portuguesa. Cadernos de Economia, pp.48-51. :"A situação da nossa banca é hoje o resultado de alterações fundamentais que tiveram lugar desde finais dos anos 70, promovendo consistentemente uma opção clara pela abertura ao exterior e às práticas de concorrência." p.48

Nabo, F. M (2001). Os Precalços da Nova Economia. Cadernos de Economia,

Monteiro, M. A. (2001) Cadernos de Economia: "Em boa verdade, a globalização da economia e a liberdade de circulação de mercadorias, serviços (incluindo os de natureza financeira) e capitais, atingiram, na actualidade, uma situação ímpar e sem paralelo em qualquer outra época histórica. O comércio internacional nunca esteve tão facilitado, tanto pela eliminação dos entraves aduaneiros e pela melhoria dos sistemas tecnológicos e de comunicação, como, ainda, pelo incremento da circulação e da massificação da informação."

terça-feira, fevereiro 10, 2004

Embora não esteja a fazer uma Tese de Doutoramento...

... acho que o sindroma também se aplica a quem está na fase final do mestrado. Vejam se descobrem a que é que me refiro... Piled Higher and Deeper
[retirei imagem a 25Maio2004 - ver link em cima]

quarta-feira, fevereiro 04, 2004

Mitos(1), Linguagem(2) e o Impacto da Barreira Linguística(3)

(1) Harzing, A.W. (1995). The persistent myth of high expatriate failure rates. International Journal of Human Resource Management, vol. 6, May, pp. 457-475. : "The persistent myth of high expatriate failure rates seems to have been created by massive (mis)quotations of three articles. Only one of these articles contained solid empirical evidence on expatriate failure rates and in fact showed them to be rather low."

(2) Harzing, A.W. e Feely, A. J. (2002). Forgotten and neglected — Language: the orphan of International Business research. Paper presented at the 62nd Annual meeting of the Academy of Management, Denver, 9-14 August. : "(...) we intend to open up the debate on the influence of language on the way multinational organizations manage. (...) we define the "Language Barrier" and advance a series of propositions (...). We conclude by identifying the drivers underpinning the language barrier and use these to propose an approach for the future operationalization of the language barrier construct."

(3) Harzing, A.W. e Feely, A. J. (2003). Language Management in Multinational Companies. Cross-cultural management: an international journal, vol. 10, no. 2, pp. 37-52. ---> Especial antenção para o impacto das barreiras linguísticas (pp.9-11).

CREME - Centre for Research into the Management of Expatriation

CREME is the founding member of the Global Mobility Forum, an association of three leading edge research centres, including: CREME at Cranfield School of Management in the UK, The Centre for HR Strategy at Rutgers University, USA, The Strategic Global Mobility Research and Consulting Centre at Monash University, Australia.

Harris, H. (2002) “Strategic Management of International Workers”, Innovations in International HR, ORC London, 28 (1), Winter 2002, 1-5.

Harris, H. (2000) “New Forms of International Working – Trends and HRM Implications”, Croner’s Managing Internationally Mobile Employees, Issue No 4, 16 May 2000.